sexta-feira, 4 de maio de 2012

Homens fortemente armados arrobam caixas eletrônicos do BB na Prefeitura de Parnaíba



A Polícia investiga o arrombamento em dois caixa eletrônico do Banco do Brasil no Centro Administrativo da Prefeitura de Parnaíba na madrugada de hoje.
Por volta das quatro horas da madrugada desta sexta feira (04), segundo vigias da PMP cerca de 8 (oito) homens fortemente armados com pistolas, invadiram o prédio da Prefeitura e com um massarico, ainda de acordo com um dos vigias que não que não quis gravar entrevista, ele foi amarrado junto com os outros colegas enquanto o bando arrobavam os caixa eletrônicos, "a ação foi muito rápida" diz o vigia. Chamou a atenção, porém, a estratégia dos criminosos para evitar a vista do lado de fora eles usaram um plastico preto  na frente dos caixas eletrônicos.
Policiais militares que compareceram ao local acionaram a perícia.
O arrombamento em caixas eletrônicos é registrado pela Polícia Civil como uma novidade em Parnaíba, já que esse é o primeiro a acontecer de tal forma. A quantia levada pelos os assaltantes não foi revelada.
C.A. da Prefeitura de Parnaíba - ITAÚNA 








fonte/Blog do Pessoa 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Para baixar juros, governo muda rendimento da poupança

Desde 1861, a poupança rende, pelo menos, 6% ao ano, segundo Caixa.
Com alteração da regra, esse 'piso' pode ser rompido nos próximos meses.

FONTE: Alexandro Martello Do G1, em Brasília

O governo federal mexeu nesta quinta-feira (3) nas regras da poupança. A mudança, que será proposta por meio de medida provisória, vale para os depósitos que forem feitos a partir de sexta-feira (4).
Com a alteração, o piso histórico de remuneração da mais tradicional modalidade de investimentos do país, de pelo menos 6% ao ano, que é assegurada desde 1861, poderá cair nos próximos meses. Desde 1991, a poupança rende ao menos 0,5% ao mês (6,17% ao ano), mais TR.

O Ministério da Fazenda informou que a remuneração da caderneta de poupança passará a ser atrelada aos juros básicos da economia brasileira. A decisão é de que a poupança passe a render 70% da taxa Selic, que é fixada a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, mais a variação da Taxa Referencial (TR). A regra vale a partir desta sexta-feira (4), mas será aplicada somente quando os juros básicos recuarem para 8,5% ao ano, ou abaixo disso. A modalidade continuará isenta do Imposto de Renda (IR).
Poupança final (Foto: Editoria de Arte/G1)
Atualmente, a taxa de juros básica da economia brasileira está em 9% ao ano. A expectativa dos economistas, tendo por base sinalização do próprio Banco Central, é de que a taxa recue nos próximos meses. Quando os juros atingirem, por exemplo, 8% ao ano, a poupança renderá 5,6% mais TR. O objetivo do governo com a medida é permitir que a taxa de juros recue para um patamar mais baixo (compatível com a de países desenvolvidos) até o fim do mandato da presidente Dilma, em 2014.
100 milhões de cadernetas ativas
Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, há, atualmente, cerca de 100 milhões de cadernetas de poupança no Brasil, com aplicações acima de R$ 430 bilhões. "As cadernetas de poupança continuarão com a mesma versatilidade e simplicidade que possuem hoje. São instrumento de fácil aplicação, onde qualquer aplicador pode aplicar uma pequena soma em qualquer lugar do país. Não tem limite de aplicação. Qualquer soma pode ser aplicada a qualquer momento. A liquidez é diária. Se o aplicador precisar retirar uma parte do dinheiro, isso poderá ocorrer", declarou ele.
Novas aplicações
A mudança, que vale somente para novas aplicações, ou seja, para depósitos feitos a partir desta sexta-feira (4), tem por objetivo justamente proporcionar condições ao Banco Central para reduzir ainda mais os juros básicos da economia brasileira. Desde agosto do ano passado, com o novo agravamento da crise financeira internacional, o BC baixou os juros em seis ocasiões. A taxa, que estava em 12,50% ao ano, recuou 3,5 pontos percentuais.
Sem as alterações na poupança, uma queda mais forte da taxa de juros, abaixo de patamares mínimos já registrados (8,75% ao ano, registrado entre julho de 2009 e abril de 2010), poderia comprometer a chamada "rolagem" da dívida pública, que é a emissão de títulos públicos pelo Tesouro Nacional para pagar os papéis que estão vencendo.
Na poupança, estava assegurado, pela regra antiga, o rendimento de 6,17% ao ano (0,5% ao mês) mais Taxa Referencial (TR). A modalidade de investimentos também não tem tributação do Imposto de Renda, diferentemente dos fundos de investimentos, nos quais a alíquota do IR varia de 15% a 22,5%, dependendo do tempo de aplicação.
Caso o rendimento da poupança se tornasse mais atrativo do que os fundos de renda fixa, a população, e até mesmo os grandes aplicadores, poderiam migrar para a caderneta – deixando o Tesouro Nacional com menos compradores dos títulos públicos (que são emitidos para pagar os papéis que estão vencendo).
Com os juros básicos em 9% ao ano, a poupança já tinha ganho mais atratividade, segundo levantamento da Anefac. Nas simulações e projeções feitas pela associação, com a Selic atual a poupança só perde para os fundos, independente do prazo de resgate, quando a taxa de administração cobrada pelos fundos for de 0,50% ao ano ou inferior – normalmente para aplicações de valores maiores acima de R$ 50 mil.
 Juros reais
Levantamento do economista Jason Vieira, da corretora Cruzeiro do Sul, em parceria com Thiago Davino, analista de mercado da Weisul Agrícola, mostra que os juros reais estão, atualmente, pouco acima de 3% ao ano. A taxa média de juros de 40 países pesquisados no estudo está negativa em 0,6% ao ano.

Cantor Pedro Leonardo mostra evolução e recuperação da função renal na UTI


O cantor está internado na capital paulista desde a última quinta-feira (26)


Pedro Leonardo Pedro Leonardo (Foto Divulgação)
Internado na UTI do Hospital Sírio-Libanês, Pedro Leonardo apresenta recuperação da função renal, seu quadro neurológico persiste estável e ele tem evolução satisfatória geral, segundo informações do novo boletim médico, divulgado nesta quinta-feira (3).


Na terça-feira (1), o pai do jovem de 24 anos, o sertanejo Leonardo, disse que o filho abriu um dos olhos três vezes ao longo da madrugada anterior. A informação veio durante sua apresentação na CUT (Central Única dos Trabalhadores), no Vale do Anhagabaú, em São Paulo.

O cantor está internado na capital paulista desde a última quinta-feira (26), quando foi transferido do Instituto Ortopédico de Goiânia.

Viciada em crack diz que já fez sexo com mil homens sem camisinha

Escravas do crack: elas mantêm o seu vício usando o próprio corpo como moeda

Christian Tragni
Daniela: “Na fissura, eu fazia de tudo. O cara pagava R$5 pelo sexo”
Fazia três dias que eu estava na rua, só fumando crack. Não sentia fome, então não comia. Carregava uma barriga de nove meses. A filha era do meu marido, com quem eu terminava e reatava na tentativa de retomar minha vida.

Uma hora percebi que ela ia nascer. Voltei para casa da minha mãe. Pedia para entrar, mas ela não abria a porta. Não acreditava no que eu dizia, achava que eu estava louca de crack, que queria enganá-la, dar escândalo. E as dores aumentando. E ela se recusando a abrir a porta. Quando finalmente se convenceu a abrir, a cabeça da minha filha estava quase para fora. A menina nasceu no chão da cozinha, sem ajuda de ninguém. Minha mãe a aparou e chamou a polícia, que nos levou a um hospital. Isso faz dois anos e agora estou passando por tudo isso de novo. É um filme de terror.” Daniela*, 27 anos, enuncia os fatos com objetividade, quase frieza.
É como se a narrativa não pertencesse à vida dela. Enquanto encaixa uma frase em outra, com português perfeito, deixa entrever sua instrução. Completou o ensino médio, fez cursos de informática, culinária, cabeleireira, sonhou em fazer faculdade de moda. Casou-se, teve três filhos, uma loja de materiais de informática, casa própria, carro do ano, renda familiar de mais de R$5 mil por mês. No rosto bonito, emoldurado pelo cabelo cuidadosamente despenteado, ao estilo black power, ela exibe a marca da sua história. Um buraco do tamanho de uma moe­da de dez centavos no meio da testa, consequência de um tombo de moto sofrido quando estava drogada, e alguns dentes quebrados no sorriso branco e largo, por surra ou falta de higiene adequada, fazem com que se lembre todos os dias que ela abandonou tudo para ficar com o crack.
A relação de Daniela com o crack começou há quatro anos, quando uma amiga ofereceu a ela uma pedra, numa festa. Até então, seu contato com drogas era meramente recreativo e controlado. Ela fumava maconha de vez em quando, sempre escondida, porque o marido não gostava. Um mês depois de provar crack, Daniela já estava compulsiva. Ficou agressiva com os filhos (o mais velho não chegava aos 10 anos de idade), distante do marido. Planejava desviar os R$80 semanais da feira para comprar pedra. Acabou saindo de casa. Foi perambular pelas ruas. Perdeu o controle sobre sua história. “A droga deforma o caráter”, afirma. Sem nunca ter tido passagem pela polícia, começou a roubar. “Mas eu era muito ruim nisso, ia acabar morrendo. Me prostituir foi a saída pra não depender de ninguém e conseguir a droga.” Ela, que tinha tido apenas quatro parceiros sexuais, contabiliza agora pelo menos 250 homens para quem vendeu o corpo nos últimos três anos. “Eu fazia de tudo, dependendo do cara e da minha fissura. Era dentro do carro, num canto escuro da rua, na casa do cara, no motel. Eu tinha um preço, mas no fim, o cara pagava R$5, R$10, ou pagava em pedra mesmo.” Grávida de cinco meses, de um menino, ela está há pouco mais de um mês abrigada no Amparo Maternal, um alojamento para mulheres em situação vulnerável conveniado à Prefeitura de São Paulo. Ali, ela fica longe da droga. “Mas ainda sinto o gosto da pedra na boca”, diz. Não existe qualquer remédio capaz de ajudá-la a se livrar do vício. Não é a primeira vez que Daniela tenta. Ela já esteve internada em clínicas particulares, custeadas pela família, em duas ocasiões. Mas a cada nova recaída sua situação fica pior. A mãe não fala mais com ela, o marido, que hoje cuida da filha que nasceu na cozinha, a abandonou, as irmãs sentem vergonha dela, os filhos têm medo e saudade — o mais velho dorme abraçado à foto dela. Daniela chora ao rememorar almocinhos de domingo na casa da mãe, ou as festas de aniversário que ganhava na adolescência. É nesses momentos que parece se lembrar de quem é. “Quero jogar fora o rótulo de prostituta e noia. Eu sei que é difícil acreditar, é difícil as pessoas me perdoarem, mas agora quero fazer isso por mim mesma. Estou decidida que o próximo Natal vai ser diferente, longe da biqueira (boca de fumo).”
O ENCONTRO COM A DROGA
O destino de Daniela é um desafio não só para ela. A sociedade e o poder público não sabem como resolver o problema dela e de outras mulheres viciadas em crack. Ninguém consegue precisar quantas são dependentes da droga hoje. Mas sabe-se que o problema aumenta pela disparada do número de mulheres grávidas e doentes que apelam à rede pública de serviços. Quando a droga desembarcou no Brasil, na década de 90, os dependentes costumavam ser jovens, negros e pobres. Os usuários não sobreviviam ao uso por mais de um ano. Morriam pelo efeito da droga ou do entorno violento. O tráfico era bastante limitado, a produção, artesanal. “Mas sabíamos que, tendo efeito mais poderoso do que o da cocaína, o crack não ficaria restrito a uma classe social mais baixa”, afirma a toxicologista Solange Nappo, que há 20 anos estuda a dinâmica do uso de crack no Brasil e publicou seus estudos no recém­-lançado O Tratamento do Usuá­rio de Crack (Artmed). “Para o usuá­rio, não existe ‘droga de rico’ e ‘droga de pobre’. Existe a droga que dá mais ou menos prazer.” O consumo da pedra se expandiu nos anos 2000. Os traficantes temiam vender em larga escala uma droga que matava os clientes em pouco tempo. Além de perderem a clientela, as bocas de fumo ainda tinham que arcar com as dívidas que esses homens deixavam. O crime organizado percebeu que a lucratividade do crack aumentaria se os traficantes conseguissem alongar a sobrevida do usuário. A mulher se mostrou um bom negócio. “Incluí-las na cultura do crack foi uma estratégia genial para eles”, afirma Solange. “Ela passou a ser a melhor cliente do tráfico, porque criou sua própria estratégia de obter dinheiro e de sustentar o vício dos homens, que agora vivem mais. Foi a pior coisa que poderia ter acontecido para a sociedade.”
A PROSTITUIÇÃO
Assim como Daniela, outras mulheres perceberam rápido sua falta de destreza para o roubo. Elas não assustavam ninguém, não tinham força para machucar, não sabiam atirar. Quando faziam parte de uma quadrilha, invariavelmente, recebiam menos do que os homens. Nunca conseguiam comprar droga fiado. “Com a ajuda do traficante, que quase sempre é o primeiro cliente, elas descobriram uma carreira solo: se prostituir”, diz Solange. Nos últimos anos, ela acompanhou a trajetória de 76 usuárias — de analfabetas àquelas com curso superior, de miseráveis a abastadas. Descobriu que quase 90% delas vendiam o corpo para comprar­ crack­. “Não importa a classe social, a religião, a origem, todas agem da mesma maneira. Ao se prostituir, sempre têm dinheiro para pagar o traficante. Se ela precisar de 30 homens num dia para pagar a dívida na boca, vai transar com todos.” Daniela confirma: “Lá na boca onde eu comprava, uma vez, me chamaram de vagabunda. Pedi para falar com o dono da boca. Ele veio e deu uma dura nos funcionários, disse que as mulheres são as melhores clientes, boas pagadoras e que eu nunca ficava devendo nada ali.”
A provedora O dinheiro dos programas feitos pelas mulheres resolveu também o problema dos homens. O sorriso largo, o corpo esguio, os seios empinados sustentaram não só a fome de pedra de Amanda*, 22 anos, como a do namorado dela, que a apresentou ao crack quando ela ainda era adolescente. Ele percebeu que na rua ela trazia muito mais dinheiro do que ele podia conseguir com os roubos que praticava. Passou a explorá-la sexualmente. Comprava roupas, eletrodomésticos com o dinheiro que Amanda ganhava dos clientes. Ela trocou de namorado, mas todos os demais companheiros se comportavam de maneira semelhante ao primeiro. Em sete anos de vício, o crack a levou a Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Eu ia aonde me pagavam mais pelo programa e a droga era melhor. Cheguei a transar com mais de mil homens”, diz Amanda. “Podia ter ganhado muito dinheiro, mas gastei tudo com droga para mim e para os outros.” Solange Nappo afirma que por trás de uma mulher usuária de crack quase sempre há um homem, um companheiro. “Esse sujeito deixa de se expor, se resguarda, e a mulher passa à linha de frente no crack. É ela a provedora do casal”, diz.
Christian Tragni
Fonte: Marie Claire

Vigia é queimado vivo após fio de energia cair em sua cabeça TRAGÉDIA: José Rodrigues Barbosa, 54 anos, estava no meio da rua conversando quando foi morto eletrocutado. Imprimir Compartilhar no Orkut Texto: A- A+ Um vigia no município de Barras foi morto eletrocutado quando conversava no meio da rua na noite desta quinta-feira. José Rodrigues Barbosa, 54 anos, foi queimado vivo, devido à força da energia elétrica. Testemunhas que flagram o acidente afirmam que foi assustador, já que não se podia chegar preto para prestar socorro. O acidente ocorreu por volta das 19h na rua Leônidas Melo, no centro de Barras. O ex-prefeito do município, Manin Rego, disse que o rapaz era muito conhecido na cidade e está um clamor muito grande. “A cidade está parada. O que mais impressiona é que a Eletrobras passou 40minutos para desligar os fios”, disse Manin Rego. Aguarde mais informações

Vigia é queimado vivo após fio de energia cair em sua cabeça

TRAGÉDIA: José Rodrigues Barbosa, 54 anos, estava no meio da rua conversando quando foi morto eletrocutado.

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Um vigia no município de Barras foi morto eletrocutado quando conversava no meio da rua na noite desta quinta-feira. José Rodrigues Barbosa, 54 anos, foi queimado vivo, devido à força da energia elétrica. Testemunhas que flagram o acidente afirmam que foi assustador, já que não se podia chegar preto para prestar socorro.

O acidente ocorreu por volta das 19h na rua Leônidas Melo, no centro de Barras.

O ex-prefeito do município, Manin Rego, disse que o rapaz era muito conhecido na cidade e está um clamor muito grande. “A cidade está parada. O que mais impressiona é que a Eletrobras passou 40minutos para desligar os fios”, disse Manin Rego.


Aguarde mais informações
FONTE CIDADE VERDE

Deputado do Piauí falta de respeito com a presidente dilma

Deputado do Piauí critica Dilma e diz que nordeste recebe 'migalhas'

 

O deputado avaliou que foi justo o tratamento do governo com Santa Catarina, e que até doou parte do seu salário para ajudar os necessitados daquele Estado
O
deputado federal Júlio César usou a tribuna da Câmara dos Deputados para classificar de “migalha” o valor anunciado pela presidente Dilma Rousseff a ser usado no combate à seca no Nordeste. Segundo o parlamentar, tratamento bem diferente obteve o Estado de Santa Catarina, quando das cheias ocorridas em 2008. Na época, uma medida provisória encaminhada ao Congresso Nacional autorizava a liberação em caráter emergencial do valor de R$ 1,6 bilhão.
O questionamento feito é em relação ao valor da Medida Provisória encaminhada ao Congresso Nacional para socorrer as vítimas da seca. Do montante de R$ 2,7 bilhões, Júlio César alega que vários desses recursos já estavam previstos e foram incluídos no montante como se fossem novos recursos. “É o caso do Seguro Safra e de outros valores que já existiam. Descontado aquilo que já era previsto, o que sobra não ultrapassa a cifra de R$ 800 milhões. E isso para 8 estados atingidos pela seca, dos nove existentes no nordeste, já que o Maranhão é o único que não enfrenta estiagem”, calcula.
O deputado avaliou que foi justo o tratamento do governo com Santa Catarina, e que até doou parte do seu salário para ajudar os necessitados daquele Estado. “O que eu não acho justo é que Santa Catarina, que tem 6 milhões de habitantes, tem a renda per capita das mais alta do Brasil, o governo socorra prontamente com R$ 1,6 bilhão para reconstrução de obras e atendimento às vítimas. Já o Nordeste, com 53 milhões de habitantes, só afetados pela seca direta e indiretamente existem 26 milhões, duas medidas provisórias, com valores irrisórios”, protestou.
“Reitero à presidente que estamos apoiando todas as suas ações. Mas o que estão oferecendo ao Nordeste é uma migalha, pelo que ele está passando. Lá, temos que reconstruir ações de combate à fome, à sede, meios de subsistência da pessoa humana. Até animais estão morrendo. Por isso não adianta qualquer ação paliativa. Eu não sei mais o que fazer”, lamentou. Porém, segundo ele, “quando se fala em socorro financeiro, precisamos abrir os olhos do Governo”, complementou.
“O Nordeste passa pela maior crise da sua história. Lá, quando não há seca, há cheia. Precisamos frear esse ciclo de instabilidade climática que cria instabilidade da vida do povo nordestino. Sou do Piauí, que possui 3 milhões de habitantes, sendo que 1 milhão de pessoas está passando privações de água e alimentos. Além de medidas paliativas, precisamos de obra infra estruturante tanto quantos outros estados”, pontuou.
DEPUTADO JÚLIO CÉSAR MIGALHA E QUERE E LUTA PARA SEPARA O PIAUÍ EM 2 ESTADO, O GU QUEIA PARA QUEM VOCÊ TANTO LUTA E A REGIÃO DO PIAUÍ QUE MAS SOFRE PELA SECA E VOCÊS DEPUTADOS E VEREADORES DESTA REGIÃO FICAM BRIGADO PARA SEPARA O ESTADO MAS PODERIA LUTA PELO POVO PIAUENSE QUE CO MERCOU COM LULA E AGORA COM DILMA SÃO OS ÚNICOS QUE LUTA PELO NORDESTINO MIGALHA E SIM O SALÁRIOS MISSERAVEIS QUE VOCÊS REBEM SE 1/3 VOCÊS FISSECEM UM BENEFICIO PARA FAZER UMA CISTERNA EM SEIS MESES MAIS DE MIL FAMÍLIA SERIA BENEFICIADA VAMOS DEPUTADOS E VEREADORES NO LUGAR DE CAMINHÃO PIPA POÇOS TUBULARES PARA O POVO DO PIAUÍ
EDIÇÃO COTIDIANO 
Fonte: JL/Ananias Ribeiro
 

Vídeo de cirurgia curiosa para na internet e causa polêmica no Paraná


Homem introduz pirambóia no ânus; equipe de hospital filma retirada e causa polêmica

 
  
Um vídeo com cenas de uma cirurgia realizada no Hospital Universitário (HU) de Londrina vazou na internet e nas redes sociais na semana passada. O procedimento em questão era da retirada de um peixe, do tipo piramboia, - da família das enguias - do intestino de um homem que o havia introduzido no ânus.
As imagens mostram o momento em que o peixe é retirado do abdômen e colocado envolto em um pano. O que chama a atenção, porém, é que na mesma sala várias pessoas aparecem portando aparelhos eletrônicos semelhantes a celulares com câmera. Uma mulher, inclusive, ri da situação enquanto grava a cena.
De acordo com a assessoria de imprensa da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o procedimento foi realizado no dia 20 de abril e o homem já recebeu alta. Nádina Moreno, reitora da instituição, disse que assim que ficou sabendo que vídeos estariam circulando na internet por e-mails, já no dia 27 de abril, solicitou a abertura de uma portaria determinando a proibição de celulares dentro dos centros cirúrgicos e a investigação sobre o vazamento da filmagem feita sem autorização do paciente.
A sindicância tem até 60 dias para ser concluída, mas a reitora quer a finalização o quanto antes. Várias pessoas já teriam sido convocadas a dar esclarecimentos, inclusive o médico responsável pela cirurgia. (Informações do Porto Notícias)